Não sei falar do que escrevo...
Meu vacilo é mais Freudiano
do que o sonho em que me atrevo
a interpretar outro engano.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
domingo, 1 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
trova 84
Sentimento não se explica,
é coisa que, vez em quando,
pega a gente, bate e fica
no peito, inquieto, atiçando...
é coisa que, vez em quando,
pega a gente, bate e fica
no peito, inquieto, atiçando...
terça-feira, 18 de novembro de 2014
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Insônia
No sonho, a noite fugaz...
De repente, a madrugada,
o canto de um Sabiá,
a chuva, lá na calçada,
um pedaço de vontade
e a lágrima controlada...
De repente, a madrugada,
o canto de um Sabiá,
a chuva, lá na calçada,
um pedaço de vontade
e a lágrima controlada...
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Depois de tudo
Depois do verso, o reverso.
Depois do amor, essa dor.
Depois do imerso, o disperso.
Mas tenho a flor de compor!
E do reverso, outro verso.
E dessa dor, meu amor.
Disperso o resto onde imerso
usei compor desta flor.
Reviravoltas em série
hão de cumprir o destino;
hão de espalhar desatino,
em pleno sol de intempérie.
E só depois disso tudo
hei de saber se me iludo.
Depois do amor, essa dor.
Depois do imerso, o disperso.
Mas tenho a flor de compor!
E do reverso, outro verso.
E dessa dor, meu amor.
Disperso o resto onde imerso
usei compor desta flor.
Reviravoltas em série
hão de cumprir o destino;
hão de espalhar desatino,
em pleno sol de intempérie.
E só depois disso tudo
hei de saber se me iludo.
sábado, 13 de setembro de 2014
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